Imagens: Reprodução/Jornal Vip
Esta quinta-feira, 18 de novembro, foi realmente agitada em Itapema. Além de uma operação da Polícia Federal contra o tráfico internacional de drogas, outra operação, resultado de uma mega investigação da Polícia Civil, também relacionada ao crime de tráfico de drogas, porém a nível nacional, e lavagem de dinheiro aconteceu na cidade.
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Polícia Federal apreende Porsche em operação contra tráfico internacional de drogas
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Foto: Polícia Civil/Divulgação
Esta ação é a segunda etapa da Operação Irmandade e contou com a participação de 85 policiais civis para cumprir 21 ordens judiciais, entre elas mandados de busca, prisão preventiva e sequestro de contas bancárias, bens móveis e imóveis.
A segunda fase da operação foi realizada em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Duas residências foram alvos em Itapema, no bairro Meia Praia. Somente nesta quinta foram indisponibilizados aproximadamente R$3 milhões em bens, se somados aos já sequestrados e apreendidos na primeira fase totalizam R$7 milhões.
O objetivo da segunda fase da operação é atingir uma nova célula financeira da organização criminosa, responsável por realizar uma complexa rede que ocultava bens e ativos financeiros, que inclusive usava empresários, comerciantes e corretores de imóveis, todos atuando dolosamente e por isso foram alvos da operação.
Nas duas fases foi apurado a associação entre os criminosos gaúchos com uma facção que atua a nível nacional, para isso tarefas e intercâmbio de operadores logísticos e financeiros eram divididos para atuar em outros seis Estados.
Entre os alvos da investigação está um baiano que foi preso preventivamente ainda na primeira fase, era um grande operador logístico da facção nacional e principal elo de ligação com os líderes da célula gaúcha. Ele recentemente foi citado pela imprensa francesa, sendo responsável por pilotar aviões em uma complexa rede de distribuição de entorpecentes nas regiões sul e norte do Brasil. Suspeita-se que ele tenha comprado hangares para facilitar a ação criminosa.
As dezenas de relatórios investigativos produzidos nas duas fases confirmam uma movimentação anual ilícita que gira em torno de R$120 milhões. Pessoas físicas e jurídicas são investigadas. Imóveis e veículos como os apreendidos em Itapema eram utilizados na constante troca de valores.
Cinco suspeitos, entre eles líderes e gerentes, já foram indiciados dentro da operação pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crime organizado, todos têm prisão preventiva decretada, dois ainda estão foragidos.
Um sexto integrante, alvo da prisão preventiva realizada nesta quinta-feira, tinha funções de gerência e estava foragido do sistema prisional desde a fase um, que aconteceu em julho deste ano.
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