O inquérito que investigou o violento ataque registrado na madrugada do dia 21 de janeiro de 2026, no Beco do Brooklyn, nas proximidades da Avenida Atlântica, em Balneário Camboriú, foi concluído pela Polícia Civil.
Fotos: PCSC/Reprodução
A apuração, conduzida pela Delegacia de Investigação Criminal (DIC), resultou na identificação de sete envolvidos e no indiciamento dos suspeitos por tentativa de homicídio qualificado, tortura, roubo e integração em organização criminosa.
Segundo as investigações, a vítima foi cercada por vários indivíduos e submetida a uma sequência de agressões. Ela foi espancada, torturada, golpeada com faca e ainda alvo de uma tentativa de sequestro.
A intenção do grupo era levar a vítima para outro local, onde a execução seria consumada. O plano, no entanto, foi interrompido pela Guarda Municipal, que flagrou a ação durante patrulhamento de rotina e realizou o resgate.
Com base em imagens, laudos periciais e depoimentos, os investigadores conseguiram identificar sete suspeitos. As apurações apontaram que o ataque foi praticado de forma coordenada por integrantes ligados ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC). A elucidação do caso contou com a atuação conjunta da Polícia Civil, Polícia Militar e Guarda Municipal.
Diante das provas reunidas, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva de cinco investigados, apontados como atuantes no tráfico de drogas na orla central de Balneário Camboriú.
Durante as diligências, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, além de três mandados de prisão preventiva. Um suspeito, de 18 anos, foi preso em 1º de abril na orla, durante operação conjunta da Polícia Civil e Guarda Municipal. Outro, de 25 anos, foi capturado em 19 de abril pela Polícia Militar, em Camboriú. Já o terceiro, de 35 anos, foi detido nesta quarta-feira, 30, no Centro de Balneário Camboriú, também em ação integrada. Dois investigados permanecem foragidos.
Para a Polícia Civil, a conclusão do inquérito reforça o trabalho integrado das forças de segurança no enfrentamento aos crimes violentos e à atuação de organizações criminosas na região.
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