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Ataques por cachorros: comunidade reclama de aumento de casos no município

Senhora fica afastada de emprego por um mês, por conta de ataque
Por: Tiffane Soares - 18/07/2024 15:00min- Tijucas
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A moradora do bairro Bosque da Mata, Vera Lúcia, foi mordida por um cachorro no dia 8 de julho e está afastada do trabalho.

 

 


Vera, de 59 anos, conta como foi o ataque que sofreu.

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Eu peguei minha bicileta elétrica, em direção ao posto de sáude. E no final da rua, do nada, eu fui atacada por um cachorro. Ele me mordeu duas vezes. Eu me apavorei com o que ele fez com minha perna. Foi horrível, a dor que eu sentia. Esse 9 dias tem sido com muita dor."


Vera Lúcia Aparecida Berlanda, diarista


Vera ainda conta que precisa fazer curativo no posto todos os dias, desde o ataque.


Eu tive dois dias de hemorragia e a infectologista me deu  um mês pra ficar afastada das atividades, com os pés para cima. Eu trabalho com faxinha e agora estou parada, sem renda nenhuma pra me manter e pagar os remédios."


Vera Lúcia Aparecida Berlanda, diarista


Em entrevista com o Pedro Henrique da Siva, do GOR (Grupo de Operações e Resgates), ele nos contou sobre como a instituição age nestes casos.

 


A gente tem conhecimento, recebemos diariamente diversos acionamentos, referentes a animais atacando nas vias públicas, e também de abandonos aqui no  município e região. Orientamos a população a sempre que acontecer um fato desse, registrar um boletim de ocorrência, através do site da Polícia Civil ou presencial através do 190 com a Polícia Militar, e enviar foto do ferimento e também do animal, para que a gente consiga fazer o recolhimento do animal. Só dessa forma, conseguimos."

Pedro Henrique da Siva, do GOR (Grupo de Operações e Resgates)

Pedro, ressalta que o municipio não conta com abrigo municipal


A gente é contra abrigo, porque acaba se tornando um depósito de animas. Hoje o único método eficaz é a castração em massa."


Pedro Henrique da Siva, do GOR (Grupo de Operações e Resgates)


Sobre as possíveis causa dos ataques de cães a pessoas nas ruas, a Ivone Lemos, responsável pela associação Anjinhos Peludos de Tijucas, explica.

 


Existe uma cultura na cidade, que é abrir o portão para o animal dar uma voltinha. E esses animais que estão acostumados dentro do cercado, quando eles saem, eles são mais propensos a atacarem, para defender o território que vivem. Os cachorros que já estão nas ruas, já estão acostumados".


Ivone Lemos, Anjinhos Peludos de Tijucas


Ivone ainda afima que recebe muita mensagem de pessoas reclamando. 


Nós somos uma associação com voluntários ajudando os animais de rua. Castrando, tentando encontrar lares para eles, que não é fácil. A gente consegue doar 10, aparecem 20 na rua. É um trabalhlo de anos, temos itensificado novamente. As feiras decaíram por conta da pandemia e estamos voltando agora."


Ivone Lemos, Anjinhos Peludos de Tijucas

 

PRIMEIROS SOCORROS


O médico, Gabriel Werner Pereira, fala da importância dos primeiros procedimentos a serem realizados após um ataque de cachorro.

 


A primeira ação a ser tomada neste tipo de lesão, é limpar apenas com água e sabão no local. Procurar atendimento assim que possível. Se sangrar, fazer pressão no local para estancar. E procurar uma avaliação médica, que vai ser definido a conduta do que fazer no momento e fazerem a notificação para o acompanhamento do caso."


Gabriel Werner Pereira, médico
 

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