Equipes do Corpo de Bombeiros retomaram às buscas nas margens e no leito do rio localizado na área rural do município de Major Gercino. O objetivo é localizar o restante das partes do corpo de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, corretora de imóveis natural do Rio Grande do Sul, que ainda não foram encontradas. Os restos mortais foram descartados no local divididos em cinco partes, mas apenas o torso foi recuperado até o momento.
Foto: Rádio Super FM/ Divulgação
Luciani havia desaparecido em Florianópolis, onde vivia sozinha em um apartamento no bairro Santinho. Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, a morte da corretora teria ocorrido entre os dias 4 e 5 de março. O corpo permaneceu no próprio apartamento da vítima por cerca de dois dias, até a madrugada do dia 7, quando foi removido do local pelos suspeitos, transportado até uma área rural e descartado em um córrego, dividido em cinco partes.
Foto: Emily de Oliveira/Rádio Clube 88,5 FM/Divulgação
Os restos mortais foram descobertos por moradores da região, que avistaram um saco suspeito dentro do curso d'água e acionaram as autoridades. A Polícia Científica esteve no local, recolheu os vestígios e deu início à identificação da vítima.
Foto: Emily de Oliveira/Rádio Clube 88,5 FM/Divulgação
O sinal de alerta para a família partiu de mensagens suspeitas. De acordo com Matheus Estivalet Freitas, familiar de Luciani, ela mantinha contato diário com os parentes. O último sinal de vida veio no dia 4 de março. Dias depois, na segunda-feira, 9 de março, a família passou a receber mensagens enviadas pelo celular da corretora. O conteúdo delas era repleto de erros gramaticais incomuns para ela, o que levantou suspeitas imediatas, levando os familiares a registrarem boletim de desaparecimento. A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio, crime caracterizado pelo roubo seguido de morte.
Três pessoas já foram detidas e são suspeitas de envolvimento no latrocínio. Todas moravam no mesmo conjunto residencial onde Luciani vivia, no bairro Santinho, em Florianópolis.
Foto: Emily de Oliveira/Rádio Clube 88,5 FM/Divulgação
A administradora do condomínio, de 47 anos, foi presa na quinta-feira, 12 de março, inicialmente pelo crime de receptação, após a polícia encontrar diversos objetos pertencentes à vítima em um apartamento que ela diz administrar. Durante a audiência de custódia, o juiz reconheceu indícios de homicídio e determinou sua prisão temporária por 30 dias.
O vizinho de porta de Luciani, de 27 anos, e sua namorada, de 30 anos, foram presos na sexta-feira, 13 de março, em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O casal teria fugido para o Rio Grande do Sul após o crime.
A mãe do vizinho chegou a ser ouvida como investigada, mas não responde por nenhum crime até o momento. O irmão dele, um adolescente de 14 anos, foi encontrado com produtos comprados em nome de Luciani, mas também não foi indiciado.
As investigações seguem em andamento pela Polícia Civil de Santa Catarina.
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