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Câmara aprova auxílio-alimentação para vereadores em Tijucas; veja quem votou contra e a favor

Proposta inclui agentes políticos no benefício pago pela Câmara e terá efeitos financeiros a partir de 1 de março de 2026, caso seja confirmada em segunda votação
Por: Maicon Fiuza - 27/02/2026 10:00min- Tijucas
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Vereadores de Tijucas poderão receber auxílio-alimentação depois que a maioria aprovou, em primeira votação, um Projeto de Lei que autoriza o pagamento do benefício aos próprios parlamentares. A deliberação ocorreu na sessão desta quinta-feira, 26 de fevereiro.

 

Fotos: Divulgação

 

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Não há ainda um detalhamento sobre o valor do auxílio-alimentação nem estimativa oficial de impacto financeiro que isso trará aos cofres públicos.

 

De acordo com informações apuradas, esse valor do vale será de R$ 730 por cada vereador, que pode resultar, somente com os 13 vereadores, num impacto de R$ 114 mil por ano, chegando a quase meio milhão de reais ao longo do mandato.

 

COMO VOTOU CADA VEREADOR

✅ A FAVOR

Ecio Helio de Melo | PL
Esaú Bayer | PL
José Vicente de Souza e Silva | PL
Julio Cesar Bucoski | PP
Nadir Olindina Amorim | PSD
Paulo Cesar Pereira | PSD

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❎ CONTRA

Cláudio Eduardo de Souza | MDB
Fabiano Morfelle | MDB
Lizandra Dadam | NOVO
Mauricio Poli | UB
Renato Laurindo | PL

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🔁 NÃO VOTARAM

Flávio Henrique de Souza | MDB | O presidente da Câmara de Vereadores, em regra, não vota nas matérias porque sua função principal durante a sessão é conduzir os trabalhos, manter a ordem e garantir o cumprimento do regimento interno. Essa regra existe para manter a imparcialidade na condução da sessão.

Maria Edésia Da Silva Vargas | PP | Vereadora Ausente.

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O texto modifica o artigo 1º da legislação e passa a estabelecer que o auxílio-alimentação, de natureza estritamente indenizatória, é devido a todos os servidores públicos da Câmara, efetivos e comissionados, além dos agentes políticos do Poder Legislativo, desde que estejam em efetivo exercício

A proposta prevê que a norma entre em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 1 de março de 2026. A matéria ainda precisa ser submetida a segunda votação em plenário antes de seguir para os demais trâmites legais.


 

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