A morte da jovem Emily Vitória Dutra dos Santos, adolescente de 15 anos, encontrada sem vida nesta quinta-feira, 15 de janeiro de 2026, em uma kitnet no bairro Praça, em Tijucas, está sendo investigada.
Foto: Arquivo Pessoal
O caso mobiliza autoridades e levantou questões sobre a causa do óbito, a dinâmica dos fatos e a responsabilização de um homem preso em flagrante .
O corpo da jovem foi encontrado por volta das 11h40 na kitnet onde ela morava havia poucas semanas com um homem de 27 anos, identificado como seu companheiro. A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) constatou a morte, e a Polícia Militar acionou a perícia técnica para avaliação no local.
Durante a averiguação dos policiais, foram apreendidas substâncias análogas à cocaína e maconha na residência, em embalagem de cigarros. Também foram notados vestígios de pó esbranquiçado nas roupas da vítima e no assoalho da kitnet, embora não tenham sido encontradas embalagens que indiquem consumo imediato.
Fotos | Wesley/Vitória Zimmer/Jornal Razão
O homem que dividia a moradia com Emily foi detido em flagrante pelos crimes de feminicídio e tráfico de drogas e encaminhado ao Presídio Regional de Tijucas, à disposição do Judiciário. Ele possui antecedentes criminais, incluindo passagens por furto e tráfico, e já havia fugido do sistema prisional em 2025, segundo apurações.
Em seu depoimento inicial, o suspeito afirmou que mantinha relação de união estável com a vítima há cerca de três semanas. Segundo ele, na manhã do dia do fato, saiu da kitnet para tentar vender um aparelho celular e, ao retornar, encontrou a porta trancada. Ao olhar pela janela, disse ter visto a adolescente em convulsão e, segundo sua versão, tentou socorrê-la antes de buscar ajuda
Emily vivia com instabilidade familiar e teve passagens por abrigos para menores, além de registros de fugas frequentes dessas instituições, conforme relatos de pessoas próximas à jovem. A trajetória pessoal chamou atenção de moradores locais antes do episódio trágico.
A Polícia Civil informou que não havia sinais aparentes de violência física no corpo da adolescente, mas que a circunstância da presença de entorpecentes e o contexto do relacionamento motivaram a prisão em flagrante. A causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada, e laudos periciais estão aguardados para ajudar a esclarecer se o óbito ocorreu por intoxicação, overdose, causas naturais ou outro fator.
Peritos da Polícia Científica e equipes especializadas continuam com a análise de provas, incluindo dispositivos eletrônicos apreendidos, que poderão contribuir para a definição da dinâmica do caso e das responsabilidades legais.
Até o momento, informações oficiais sobre audiências de custódia ou decisões judiciais sobre a manutenção da prisão não foram divulgadas de forma consolidada pelos órgãos competentes, o que indica que o processo investigativo segue em curso.
Populares e pessoas ligadas a vítima informaram que o suspeito já foi visto em bares no bairro da Praça.
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