Na tarde desta quarta-feira (19), a Polícia Civil de Tijucas virou mais uma página na história do crime.
Foi solucionado pela eficiente equipe de investigação da Polícia Civil de Tijucas, dirigida pela Delegada Luana Chaves Cervi Backes, que contou com a participação da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, equipe de inteligência da PM e de agentes do DEAP (Departamento de Administração Prisional), o crime que colocou a cidade de Tijucas no cenário nacional.
Em nove meses de uma intensa investigação policial, principalmente com quebra de sigilo telefônico dos investigados o caso chegou ao final.
Morte encomendada
O policial que deveria ser executado era outro PM que participou da prisão de Davi Pires, no mês de janeiro de 2010, quando foi encaminhado ao Presídio Regional de Tijucas onde já estava preso Elieser Pires. Davi e Elieser mantinham contato com outro membro da família Pires, Elias, que foi um dos mentores do crime.
Elias foi quem fez contato com a facção criminosa PGC (Primeiro Grupo Catarinense), pedindo permissão para executar o policial militar, apresentou ao grupo o nome dos bandidos que fariam a execução e também forneceu a espingarda calibre 12 e dois revólveres calibre 38.
Crime
Segundo o depoimento de Israel Bitencourt – Réco – ele estava conduzindo a moto e quem estava na carona com a espingarda calibre 12 era Douglas Daniel Vieira da Cruz – Bolão - .
Na noite do crime, Réco e Bolão saíram de moto por Tijucas para localizar a viatura onde estaria o policial que seria executado. A dupla seguia Daniel Rodrigues Pires que mostrou onde estava o carro da PM. Daniel teria seguido a diante enquanto os bandidos agiam. O soldado Bastos morreu enquanto o soldado Fernandes ficou gravemente ferido.
Fora do presídio
Na época do crime, Elias Pires estava cumprindo pena em prisão domiciliar por motivos de saúde. Daniel Pires e Réco estavam cumprindo pena no regime semi aberto.
Bolão recebeu o benefício de saída temporária de 7 dias do Presídio de São Pedro de Alcântara, já com a incumbência de matar o policial.
PM Bastos e PM Fernandes
A informação que os bandidos tinham era que o policial que seria o alvo, estaria de motorista na viatura.
O que os bandidos não sabiam era que a viatura que eles atacaram havia sido colocada no efetivo para fazer um reforço policial. Não era a viatura do policial que estava marcado para morrer.
APAGÃO
Quanto ao problema da falta de energia que Tijucas passou minutos após o crime, a delegada relatou que foi uma coincidência, que nada tinha a ver com a execução do policial.
Delegada
A Delegada Luana, durante a coletiva, disse que informações que acabaram vazando por parte de um policial militar durante a investigação foi o motivo pelo qual Bolão teria conseguido escapar. Bolão estava prestes a ser preso pelo crime do policial, ele estava assinando o livro na Casa do Albergado na cidade de Florianópolis durante 5 finais de semana. Quando uma emissora de televisão publicou imagens relacionando a prisão de Réco com a morte do policial, Bolão desapareceu, complementou Luana.
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