A maioria das pessoas sabe o que é saudável. O problema está em colocar isso em prática e uma das principais razões é simples: comer sem prestar atenção.
De olho no celular ou na frente da televisão, o ato de se alimentar virou rotina automática para grande parte da população. Esse comportamento dificulta a percepção dos sinais naturais de fome e saciedade e abre caminho para o consumo exagerado, mesmo entre quem tem conhecimento sobre nutrição.
É o que a nutrição comportamental chama de alimentação inconsciente, que tem como antídoto o mindful eating. A prática propõe desacelerar à mesa: respirar antes de comer, mastigar bem, descansar o talher entre as garfadas e evitar distrações. Mudanças simples que, segundo especialistas, podem gerar perda de peso e melhora da digestão sem dietas restritivas.
Foto: Ilustrativa
A relação com a comida, porém, vai além do momento da refeição. Começa na escolha dos alimentos no supermercado e carrega influências emocionais acumuladas ao longo da vida, como estresse, celebrações, hábitos da infância. Quando esse vínculo se torna desequilibrado, a nutrição comportamental atua em conjunto com o suporte psicológico, especialmente nos casos de compulsão ou transtornos alimentares.
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