Uma operação batizada de “Unificação” trouxe à tona possíveis irregularidades em contratos milionários de coleta de lixo em Porto Belo. As investigações apuram contratações diretas sem licitação nos serviços de recolhimento de resíduos orgânicos e recicláveis, além de um expressivo aumento nos valores pagos após a troca das empresas responsáveis.
Fotos: PCSC/Divulgação
Segundo informações apuradas, a Secretaria de Obras teria rescindido o contrato com a empresa que venceu a licitação para coleta de resíduos orgânicos e, alegando urgência, contratado outra empresa de forma direta. A Fundação do Meio Ambiente (FAMAP) também teria adotado o mesmo procedimento em relação à coleta seletiva, dispensando a licitação e firmando contrato com uma nova prestadora.
Os investigadores identificaram que as empresas contratadas pertencem à mesma família e, na prática, acabaram unificando o controle da coleta de lixo da cidade em um único grupo empresarial, sediado em Nova Trento. Além da suposta irregularidade nas contratações, há indícios de superfaturamento e possível desvio de recursos públicos.
Durante o cumprimento dos mandados, a Justiça determinou o afastamento cautelar do secretário de Obras e do presidente da FAMAP.
A investigação segue em andamento para apurar a extensão do suposto esquema e o envolvimento de servidores públicos e empresários.
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