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Criptoativos e empresas de fachada: esquema sofisticado de lavagem de dinheiro é desmantelado

Segunda fase da Operação Narco Azimut cumpre mandados em SP e SC e aprofunda investigações iniciadas nas operações Narco Bet e Narco Azimut
Por: Bernardo Roa - 26/03/2026 11:28min- Balneário Camboriú
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A segunda fase da Operação Narco Azimut, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira, 26 de março, ampliou o cerco sobre uma organização criminosa dedicada à lavagem de dinheiro e à evasão de divisas. 

 

Fotos: PF-SC/PF-RJ/Divulgação

 

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A iniciativa aprofunda um conjunto de investigações que vem sendo conduzido pela PF há mais de uma fase operacional, tendo como ponto de partida os trabalhos desenvolvidos nas operações Narco Bet e Narco Azimut (primeira fase), que identificaram a atuação de um grupo na movimentação de recursos, por meio de dinheiro em espécie, de transferências bancárias e de criptoativos, no Brasil e em outros países.
 

O esquema investigado

Segundo as apurações, o grupo utilizava uma combinação de instrumentos financeiros para circular o dinheiro de origem criminosa: transações em espécie, transferências bancárias e operações com criptoativos. Para dificultar o rastreamento dos valores, os investigados se valiam de empresas e de terceiros para estruturar a circulação dos recursos, realizando movimentações de alto valor tanto no território nacional quanto no exterior.

 

 

A operação

Com cerca de 50 policiais federais em campo, foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão e de prisão temporária, todos expedidos pela 5ª Vara Federal de Santos (SP). As ações foram executadas nos municípios de Balneário Camboriú (SC), São Paulo (SP), Ilhabela (SP) e Taboão da Serra (SP).
 

Bloqueio bilionário

A Justiça determinou o sequestro de bens e valores dos investigados até o limite de R$ 934 milhões. Além do bloqueio patrimonial, foram impostas restrições societárias, incluindo a proibição de movimentação empresarial e de transferência de bens ligados às atividades ilícitas, medidas que visam preservar o patrimônio para eventual reparação de danos.

 

 

Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

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