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Família de Tijucas procura por jovem desaparecida

TIJUCAS
Por: Luiz Jr - 17/10/2012 09:42min - Atualizado em 18/10/2012 18:37min
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Foto: Brunela Maria/VIP Social

Sem dormir, comer ou pensar em outra coisa que não seja a filha de 16 anos, desaparecida desde o último dia seis. Assim vivem o vigilante Mauro de Oliveira, de 36 anos, desde que Aliciane Camila de Oliveira foi vista pela última vez, quando saia para o trabalho, na cidade de Tijucas. Ela deixou a casa da família, mas não chegou ao trabalho. A suspeita é de que tenha sido raptada ou aliciada por um ex-traficante da região.

Ao lado da mulher, Nicélia de Oliveira, 34 anos, o vigilante conta que procurou a Polícia Civil, mas não conseguiu apoio para procurar a filha. Ele reclama da falta de interesse do delegado de plantão, que não teria, segundo ele, realizado nenhum procedimento para ajudar a família. Outros policiais também teriam sido procurados, mas nenhum teria se prontificado em ajudar.

Em um ato de desespero e sem respostas das partes competentes, ele decidiu fazer por conta própria uma investigação para tentar levantar o paradeiro da filha. “Ninguém quis me ajudar na Polícia. Procurei minha filha sozinho, levantei os endereços e a pessoa que a levou. É um ex-traficante, um ex-presidiário e ninguém veio me ajudar a buscá-la”, diz.  

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Conforme o registro na delegacia, um morador da rua Alvina Simas Reis, o chamado Casarão, teria abordado a jovem e colocado a mesma dentro de um veículo GM/Vectra de cor azul. O pai diz que conseguiu identificar a pessoa que teria feito o rapto como Gustavo e chora ao saber que ele deve ter levado a menina para Joinville. Algumas informações dão conta de que a jovem estaria escondida no loteamento Jardim Progresso, ainda em Tijucas, mas nada pode ser confirmado pela família.

 

Buscas deixam pai desempregado

Antes do desaparecimento da jovem, Oliveira tinha dois empregos. Após tentar elucidar o caso sozinho ele perdeu os dois e agora, segue desempregado por não conseguir conciliar a procura com o trabalho. Com seis filhos, já não sabe mais o que vai fazer. Diz estar vivendo de uma pequena poupança que tinha, mas não sabe até quando isso pode durar, já que mora de aluguel. “Estou desesperado, quero minha filha de volta. Minha família está com medo do que pode acontecer, tenho outro seis filhos. Estamos dormindo todos juntos, amedrontados. A Polícia me virou as costas”, argumenta.

O desespero o fez procurar outros órgãos municipais, como o Conselho Tutelar e o Centro de Referência em Assistência Social – CRAS. Roseli Steil, Coordenadora de uma das entidades, disse que não ter notícia sobre o paradeiro da jovem. Mas, em resposta a família, acionou o Conselho Estadual e a Polícia Científica. “Suspeita-se que ele tenha ludibriado a menor há duas semanas em frente à escola onde a menor estudava”, finaliza.  

Pedro Henrique Mendes, Delegado de Tijucas, afirma estar fazendo o possível para ajudá-lo. A situação fica agravada pelo fato da Policia contar com pouco efetivo, o que aparenta demora na resolução ou na busca por novas informações. A Polícia Militar também pretende realizar algumas ações para tentar localizar a menor.

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