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Família Gallotti comemora uso do Casarão para ações sociais

TIJUCAS
Por: Luiz Jr - 27/12/2012 09:49min - Atualizado em 27/12/2012 16:08min
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O município de Tijucas possui uma identidade cultural única, diversificada e com detalhes reverenciados até os dias atuais. A história começa pelo fato da cidade ter abrigado uma das mais tradicionais famílias de Santa Catarina, os Gallotti, que ao chegar de Portugal, se abrigaram na casa, a qual se tornou décadas mais tarde o ponto cultural denominado Casarão Gallotti.

O prédio onde viveram Benjamin Gallotti e todos os seus familiares é o símbolo do município. Possui uma arquitetura única, com itens trazidos na época da Itália e muitos outros países da Europa. Mas foi a partir de 2009 que a população presenciou uma grande obra ser iniciada, a restauração da edificação. Doado pelos netos e bisnetos a Tijucas, o Casarão ganhou uma importante repaginação na pintura, incluindo repartições com fotos e histórias da imensa família, que têm 426 descendentes, sendo composta por 15 filhos, 49 netos, 100 bisnetos, 184 trinetos e 78 tetranetos.

Durante o dia da inauguração do Casarão, os 13 netos que permaneceram vivos foram homenageados na cerimônia, com a entrega do livro ‘Casarão Gallotti – Memória restaurada’. O relato foi produzido pela Administração Municipal e organizado pro algumas empresas. A obra revela o passo a passo da restauração e exibe diversas imagens.

Ponto turístico de Tijucas, o local abriga a Secretaria de Cultura, Juventude e Direitos Humanos. Além da pasta, o Espaço do Papai Noel e do Coelho, são algumas das ações sociais realizadas anualmente, assim como, o Entardecer Cultural, evento este que reúne artistas tijuquenses e da região.

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Mausoléu da família foi revitalizado

A ligação é forte demais para passar na região e não visitar o ícone de Tijucas e a casa onde viveram a maioria de seus familiares. Paulo Sérgio Gallotti Prisco Paraíso, Coordenador da Comissão Família Gallotti é presença quase constante na cidade. Sempre que pode visita e relembra a vida de seus parentes.

Sua última passagem foi acompanhada por várias autoridades, como o Prefeito Elmis Mannrich e o prefeito eleito Valério Tomazi, juntamente de Adriana Porto Faria, responsável pela Cultura. Durante a visita a comissão pôde conhecer o Museu Tijucas e também o Espaço do Papai Noel. Depois todos seguiram para o Cemitério Municipal de Tijucas, no bairro Praça, onde foi possível visualizar o resultado das obras de revitalização do Mausoléu da Família Gallotti.

Emocionado, o ministro destacou a importância do Espaço do Papai Noel e outras ações realizadas no ambiente. Ainda na ocasião, agradeceu as pessoas pela restauração e comprometimento por parte da administração municipal na conclusão. “Ficamos muito felizes por saber que o imóvel que muito representa para toda nossa família está sendo utilizado de forma constante e mais que isso, de maneira muito adequada. Isso nos orgulha e alegra imensamente” – disse o Ministro.

Naquele tempo, o prefeito Elmis assumiu o compromisso de reformá-lo, para assim, iniciar projetos com cunho social. Ao comentar sobre as palavras do ministro, Mannrich ressaltou a união da equipe durante o período de recuperação. “O Casarão é muito importante pra nossa cidade. Posso dizer que foi um grande desafio na minha gestão, mas que com muito esforço conseguimos tornar ele um marco na nossa cidade”, comentou.

Exposição segue sem data para acabar

Uma exposição que mostra as raízes do povo de Tijucas divulga imagens de uma vida simples e rodeada de costumes, muitos até hoje cultivados segue sem término para acabar. A exibição é um dos atrativos para muitos visitantes que chegam a cidade. O projeto antigo era um sonho para o município, que saiu do papel em 2012.

Em cada ala está exposta uma história diferente, acompanhado de ícones multimídias e obras dignas de orgulho. Nove salas contam a trajetória dos 150 anos da cidade. Dentro do ícone municipal, o Casarão Gallotti, não poderia faltar os símbolos, fotos e objetos da família mais tradicional da cidade. O destaque é para o romance entre Catarina Gallotti e João Bayer Filho, família rival à dos Gallotti e aos trabalhos de restauro do local.

As salas destinadas à história dos Gallotti, contam ainda sobre a culinária, tradição e modo de vida dos familiares. Todo esse material de acervo em exposição, composto por painéis e informações audiovisuais e mais de uma centena de peças e documentos históricos, foram organizados com a ajuda de uma pesquisa da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina) e pela integração de um museólogo ao quadro de funcionários do município.

 

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