Imagens: Reprodução/TV VIP
Um fotógrafo, que já atuou em Tijucas, foi denunciado por importunação sexual, assédio, abuso sexual, estupro e venda de conteúdo sem conhecimento de suas modelos. Depois da primeira denúncia, outras dezenas de meninas relataram os mesmos casos. O fotógrafo desativou suas redes sociais.
O primeiro relato que terminou em registro de um boletim de ocorrência contra o fotógrafo ocorreu no dia 25 de março. No boletim, a mãe relatou, que na época, o fotógrafo informou que as imagens das filhas iriam para um banco de imagens e que ela chegou a assinar um documento que autorizava a divulgar as fotos.
A primeira adolescente a denunciar o caso relatou que teria visto as fotos no site e que outras meninas também tiveram suas imagens expostas no site - hospedado no exterior -, que tem um valor de assinatura de $ 21,95 (cobrado em dólares). A menina ainda contou que sofreu assédio por parte do fotógrafo quando tinha 14 anos. De acordo com o B.O., a menor foi vítima de importunação sexual.
Foto: Click Camboriu/Divulgação
A mãe narra que em uma das sessões de fotos, em fevereiro de 2021, enquanto terminava de se arrumar para ser fotografada, o homem entrou no carro com a menor e acariciou sua perna. Relatou ainda que chegou a dar um beijo no pescoço da menina, sem seu consentimento. Outros relatos começaram a se tornar público, todos são parecidos e seguem o mesmo padrão.
Em um outro boletim de ocorrência, uma mãe relata um estupro de adolescente. Ela conta que em 2017 tomou conhecimento através de sua filha de 17 anos de que tinha sido vítima de estupro praticado pelo seu fotógrafo em estúdio em Balneário Camboriú. A adolescente conta que estava estava sozinha em curso preparatório de modelo, quando no final do curso o fotógrafo se aproximou e pediu se poderia tocar em seu rosto e que ia lhe ensinar a fazer caras e bocas.
Ele começou a passar a mão em seu rosto, ficou excitado e começou a passar as mãos no corpo. Ele chegou a tocar em suas partes íntimas. Há informações que ele já responde dois processos, que correm em segredo de justiça, um por favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de vulnerável e o outro por estupro de adolescente. Algumas mães foram para frente do Fórum e protestaram pedindo justiça. As informações foram divulgadas pelo site ClickCamboriú.
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