Imagens: Arquivo/Reprodução
O último dia do mês de junho será, eternamente, uma triste lembrança para os moradores do Vale. Nesta quarta-feira, 30, a passagem de um ciclone bomba, que deixou estragos incalculáveis por toda a região, completa um ano e ainda deixa marcas doloridas.
Fotos: Arquivo/Divulgação
O rápido temporal teve início por volta das 17h e pegou muita gente de surpresa. Os ventos ultrapassaram os 100 km/h, derrubando árvores, postes, estruturas metálicas e de concreto, além de destelhar casas e tirar a vida de quatro pessoas.
Em Tijucas, três trabalhadores morreram após a queda de um galpão, no pátio de uma empresa que fabrica estruturas pré-moldadas, situada no bairro Sul do Rio. Nelson Ferrari, de 56 anos, morador do bairro Porto da Itinga, e Alcione Soares Martins, de 45, que residia em Palhoça, perderam a vida durante o temporal.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a terceira vítima, que trabalhava de forma terceirizada e não teve o nome divulgado, chegou a ser levado com vida ao Hospital São José, mas faleceu poucos minutos depois. Os outros dois foram encontrados já sem sinais vitais. O último foi localizado cerca de cinco horas após o desabamento, com ajuda do cão de resgate Zara, de Brusque.
Canelinha também sofre, até os dias de hoje, a perda de Vilson Saramento, de 56 anos, que faleceu em decorrência da tempestade. Pego de surpresa pelo temporal, o morador tentou atravessar uma ponte pênsil, na rua Juvêncio Mafra, quando caiu no Rio Tijucas.
Após cinco dias de buscas, um chacareiro localizou o corpo às margens de uma fazenda, próxima ao bairro Itinga. O trabalhador acionou o Corpo de Bombeiros, que realizou o resgate e confirmou a identidade da vítima.
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Com a queda de vários postes, o fornecimento de energia elétrica ficou suspenso por várias horas e o serviço só foi restabelecido durante a madrugada. Porém, pouco tempo depois, foi novamente interrompido.
Entre as imagens chocantes daquela data, uma ganhou maior repercussão. No vídeo gravado por um morador, a estrutura de um posto de combustíveis, que hoje não está mais em funcionamento, fica completamente retorcida. Em questão de segundos, toda a cobertura é atingida pelos fortes ventos, deixando apenas o rastro de destruição.
Imagens: Arquivo/Reprodução
A gravação circulou em todas as redes sociais e trouxe uma dimensão mais clara do que ocorreu naquele fim de tarde.
Dias depois da passagem do ciclone, o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, sobrevoou as áreas mais atingidas na Capital do Vale, especialmente o local onde três trabalhadores perderam a vida. Após a visita, no aeroporto da Capital, manifestou solidariedade às famílias das vítimas.
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