A Justiça Federal determinou que Balneário Camboriú ofereça acolhimento temporário para até 250 indígenas que se deslocam do Rio Grande do Sul ao município durante a temporada de verão. A medida vale entre dezembro de 2025 e março de 2026 e prevê atuação conjunta do município, da União e da FUNAI.
A decisão foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que rejeitou os recursos apresentados pelas partes envolvidas. A ação foi movida pelo Ministério Público Federal, que apontou a ausência de estrutura pública adequada para receber as famílias indígenas que chegam à cidade de forma recorrente.
Foto: Redes Sociais/Divulgação
Os indígenas, pertencentes aos povos Guarani, Kaingang e Xokleng, costumam vir à região há muitos anos, principalmente para a comercialização de artesanato durante o verão. Segundo o entendimento da Justiça, o poder público falhou em garantir condições básicas de permanência.
Foto: Redes Sociais/Divulgação
A ordem judicial estabelece que o local de acolhimento deve contar com água potável, banheiros com chuveiros, espaço para alimentação e áreas de descanso, além de acompanhamento nas áreas de saúde e assistência social durante todo o período.
O município alegou dificuldades financeiras, mas o argumento não foi aceito. A obrigação é temporária e pode ser atendida com estruturas provisórias, sem necessidade de obras permanentes.
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