Uma lei municipal que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas em espaços públicos de Brusque completa mais de cinco anos de vigência sem ter sido aplicada uma única vez. Desde a sanção da norma, em 2020, não há registros de multas, autuações ou ações de fiscalização, uma lacuna que o Executivo agora tenta corrigir por meio do projeto de lei complementar nº 1/2026.
Foto: Otávio Timm/O Município
A proposta nasce da necessidade de preencher lacunas que inviabilizaram a execução da lei original. Até então, a legislação previa a proibição, mas não definia uma estrutura capaz de garantir a aplicação efetiva das penalidades.
O novo texto resolve esse impasse ao autorizar que a fiscalização seja realizada também por policiais militares, mediante convênio com o estado, além de servidores municipais, incluindo a Guarda de Trânsito.
O projeto deixa definido o destino dos recursos arrecadados com as multas. O modelo adotado é o mesmo do Programa de Silêncio Urbano (Psiu): 90% dos valores são alocados à manutenção e ao aprimoramento das atividades, enquanto os outros 10% serão utilizados para a aquisição de novos etilômetros e decibelímetros.
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