A morte de uma moradora de Camboriú após o uso irregular de uma caneta emagrecedora com o medicamento Mounjaro reacendeu o debate sobre os riscos do consumo de substâncias injetáveis sem prescrição ou acompanhamento médico. O caso foi relatado à Rádio Menina pelo sogro da vítima.
Fotos: Ilustrativas
Conforme o relato familiar, a mulher passou mal na manhã da última sexta-feira, 1º, um dia após aplicar a quinta dose do medicamento, enquanto estava na casa do sogro, em Balneário Camboriú. O produto, segundo o depoimento, teria sido contrabandeado do Paraguai e aplicado por uma pessoa sem qualificação técnica.
A vítima apresentou sinais de mal-estar logo ao acordar e foi encontrada caída dentro de casa. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e constatou que a moça apresentava pressão arterial de 7 por 4 e arritmia cardíaca, considerado um quadro clínico grave.
Ela foi encaminhada a uma unidade de pronto atendimento, onde sofreu três paradas cardíacas e foi reanimada. Ao ser transferida para o hospital, acabou não resistindo a novas paradas e foi a óbito.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reitera que medicamentos comercializados de forma irregular, sem registro ou procedência conhecida, não devem ser utilizados em nenhuma hipótese, uma vez que não há garantia de qualidade, segurança ou composição do produto.
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