Nesta terça-feira, 19 de setembro, a justiça dará mais um passo na investigação da chamada "Operação Iceberg", que abalou as estruturas da Câmara Municipal de Tijucas oito anos atrás. Os réus envolvidos no escândalo, que resultou em acusações de desvio de verbas públicas, serão ouvidos no Fórum da Comarca de Tijucas. A Juiza Monike Silva Povoas, responsável pelo caso, estima que os danos aos cofres públicos podem chegar a R$ 1 milhão.
O caso remonta a 2015, quando uma denúncia ao Ministério Público revelou um suposto esquema de corrupção. Segundo as investigações conduzidas pelo Departamento Estadual de Investigação Criminal (Deic), vereadores e servidores da Câmara Municipal eram supostamente designados para participar de cursos de capacitação legislativa em Curitiba, no Paraná. Para isso, recebiam diárias que eram custeadas pelos cofres municipais. No entanto, conforme apontaram as investigações, esses cursos eram meramente fictícios, uma fachada para justificar os gastos.
No entanto, segundo a denúncia, os participantes, incluindo vereadores e servidores, sequer compareciam aos cursos, e mesmo assim, eram beneficiados com diárias e outros custos relacionados às capacitações.
O escândalo culminou com a prisão de três vereadores à época. Segundo a promotoria, as penas para os envolvidos podem resultar em inelegibilidade de até 14 anos, além da obrigação de ressarcir os cofres públicos pelos danos causados.
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