Um homem, suspeito de produzir e compartilhar imagens de abuso sexual envolvendo a própria filha de quatro anos, foi detido pela Polícia Federal em Balneário Camboriú. As investigações apontam que os arquivos teriam circulado em redes digitais e chegado a usuários em outros países, o que elevou a gravidade do caso e ampliou o alcance da apuração.
Foto: PF-SC/Divulgação
O caso veio à tona depois que a mãe da criança notou mudanças no comportamento da filha e decidiu buscar ajuda. Um boletim de ocorrência foi registrado em Itajaí, mas a denúncia inicial não avançou naquele momento por insuficiência de provas. Diante da paralisia, a mãe recorreu diretamente à Polícia Federal, que assumiu a investigação.
O episódio também gerou uma disputa judicial entre os pais, com alegações de alienação parental levadas à Justiça, um desdobramento que, segundo o histórico do caso, dificultou o reconhecimento precoce da situação.
Em aproximadamente quatro meses de investigação, os agentes federais reuniram indícios da produção e do compartilhamento de material de abuso envolvendo a criança. A suspeita de que arquivos teriam sido enviados a usuários no exterior conferiu ao caso uma dimensão de cooperação internacional.
O suspeito foi preso durante a operação. Encerrado o prazo da prisão provisória, passou a responder ao processo em liberdade, sob medidas cautelares impostas pela Justiça.
A defesa do investigado rejeita as acusações e afirma que ele coopera com as autoridades. O caso segue em andamento e tramita sob sigilo judicial.
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