Um vídeo postado no You Tube envolvendo o prefeito de São João Batista, Aderbal Manoel dos Santos (PP) e o suplente de vereador Adão de Menezes Pires (DEM), conhecido como Beto Cabeleireiro, está gerando uma guerra de versões na cidade. A gravação dá a entender que Santos tentava subornar o suplente, à época no PMDB, para que trocasse de partido. O prefeito diz que tudo se trata de uma armação para extorqui-lo.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil desde dezembro, quando o prefeito registrou um boletim de ocorrência. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Angelo Fragelli, será apurado se houve extorsão ou crime de improbidade por parte de Aderbal. Até o momento, segundo ele, ainda não é possível apontar para uma conclusão. A expectativa do delegado, agora, é receber novos documentos e gravações encaminhados pelo próprio prefeito.
O delegado disse que tem uma equipe trabalhando no caso e que vai ouvir novas testemunhas, mas reclama da falta de efetivo e afirma que por isso não pode dar prazo para o encerramento da investigação.
A versão do prefeito é de que foi procurado por um vereador de seu partido pedindo para que atendesse Beto Cabeleireiro. Ele diz que, depois de uma certa resistência, aceitou conversar com o suplente de vereador, mas que nunca ofereceu dinheiro para que ele trocasse de partido. De acordo com o prefeito, Beto Cabeleireiro teria pedido dinheiro para pagar um dívida. Ele assume que emprestou a quantia, mas diz que o dinheiro é seu, que pode provar com extratos bancários e que o empréstimo foi feito dias depois da troca de partido do suplente.
Depois de fazer o empréstimo, um vereador do partido do prefeito teria recebido as gravações do vídeo e feito chantagem para não divulgá-lo. Foi nesse momento que o prefeito registrou o BO por extorsão.
— Com a proximidade das eleições, acredito que eles querem denegrir minha imagem. Acredito que isso foi uma armação política — afirma.
De acordo com o prefeito, a identificação da pessoa que postou o vídeo na internet ainda não foi confirmada. O suplente de vereador foi procurado pela reportagem, disse que estava doente e por isso não queria se manifestar.
Informações retiradas do Diário Catarinense
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