Atualizado às 07h54min
A queda de barreira na BR-376, continuação da BR-101 para quem segue de Santa Catarina ao Paraná, reflete no Litoral catarinense. No posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Itapema, o número de ligações pedindo informações sobre o tráfego chegou a dobrar nos últimos dois dias.
Na tarde desta quarta-feira, em menos de 20 minutos cinco pessoas telefonaram querendo saber sobre as condições da pista. Outros motoristas procuravam o posto para orientação.
Para as pessoas que pensam em viajar rumo ao Paraná, a orientação da PRF é bem clara: só siga em caso de extrema urgência. Nesta quarta-feira, de acordo com os policiais, o tempo de percurso de Itapema até Curitiba, de aproximadamente 230 quilômetros, variou entre seis e oito horas. O normal são entre duas e três horas de viagem.
O tráfego na BR-376 foi liberado, mas há restrições nos dois sentidos entre o km 651 e o km 672, entre as regiões de Tijucas do Sul e Guaratuba. O fluxo de veículos está sendo feito por meio do sistema Pare/Siga, com intervalos de duas em duas horas para cada sentido da rodovia.
A PRF e as equipes da concessionária Autopista Litoral Sul estão posicionadas nesses trechos para orientar os usuários. No início da tarde de terça-feira, havia mais de 10 quilômetros de congestionamento no trecho. Segundo a PRF, não há previsão de liberação total da pista. A queda de barreira acabou danificando parte da BR-376, que precisa passar por reparos.
As informações são do Diário Catarinense
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