Com pouco mais de dois meses atuando em Canelinha e mais de 20 anos dedicados a Polícia Militar de Santa Catarina o cabo Alcir Boaventura se diz inconformado pela maneira em que o caso, onde teve seu nome citado em possíveis agressões e abuso de poder, ganhou proporção de forma distorcida.
Com autorização do Capitão Eduardo Silva da 3ª. Cia do 12° Batalhão da Polícia Militar ele procurou a imprensa para dar sua versão dos fatos. Em entrevista exclusiva a TV VIP do Portal VipSocial ele revelou que até sua família ficou fragilizada e que o papel dos militares é de proteger a população e não agir de forma diferente.
Ele rebateu as criticas feitas por Erli Fátima Galivar, 48, do Loteamento Fazenda Vitória em Canelinha. Em um vídeo ele, juntamente com o soldado Guiliano Livi, aparecerem retirando a servidora pública a força de dentro de casa.
Segundo Boaventura, eles foram atender uma ocorrência onde jovens estariam provocando algazarra ao empinar motos na localidade mas não encontraram. Ao pararem para pedir informações a um casal e uma mulher que estava com duas crianças recém nascidas no colo Erli teria passado gravando a cena e começou a agredir verbalmente a mulher, chegando a ponto de partir para agressão física. “Nós tentamos conter a situação, mas ela começou a nos agredir”, diz o soldado.
Durante a entrevista que durou aproximadamente 30 minutos, o cabo mostrou as marcas da agressão que ele teria sofrido. “Eu tentei segura-lá para que não houvesse agressão, mas ela se auto flagelou e me feriu com arranhões”, conclui.
Boaventura confirmou que teriam usado de força para arrancar o portão e arrombar a porta da cozinha da servidora. “Após o primeiro ataque ela entrou em sua casa. Chamamos reforço e pedimos para que ela nos acompanhasse até a delegacia, mas não obtivemos êxito”, finaliza.
O soldado Livi participou da parte final da entrevista e disse que tirou a servidora de casa a força pelo fato dela desacatar a ordem dos PMs e também fazer xingamentos as equipes. “Até mesmo os outros soldados que foram reforçar a ocorrência pediram calmamente para ela nos acompanhar até a delegacia, mas também não obtveram sucesso”, diz.
A intenção dos dois policiais é mostar a população que a maneira utilizada foi cabível ao caso e querem recuperar a imagem fragilizada pelo vídeo divulgado. “Procurei até um advogado e vamos processar essa mulher por calunia e difamação”, conclui Livi.
O vídeo postado no youtube já recebeu mais de 3 mil visualizações e alguns comentários. Boaventura diz que a notícia se espalhou pelos noticiários e provocou uma reviravolta na sua imagem. “Quero apenas provar que nada que a mulher falou tem fundamento e vamos conseguir isso. Nosso capitão está ciente da situação e acredita em nós”, concluiu.
Entenda o caso
Vídeo mostra susposta agressão de policiais miliatares em Canelinha
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