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Presos são transferidos do Presídio Regional de Tijucas após início de obras na unidade

Diretor-geral adjunto da Polícia Penal de SC detalha ações de segurança e operações de transferência de presos
Por: Tiffane Soares - 08/11/2024 12:00min- Tijucas
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O diretor-geral adjunto da Polícia Penal de Santa Catarina, Roberval Ferraz, comentou sobre as recentes melhorias implementadas no Presídio Regional de Tijucas, destacando a realização de transferências de presos para outras unidades para garantir maior segurança durante o processo de obras. 

Ferraz explica que o Presídio Regional de Tijucas está passando por uma série de reformas e melhorias estruturais, entre elas a construção de um novo consultório odontológico, a pintura das instalações e a troca de pisos em diversas áreas da unidade. Além disso, está em andamento a construção de uma nova unidade prisional anexa ao complexo, com um prazo estipulado de dois anos para sua conclusão.

Em relação à população carcerária, o presídio abriga atualmente cerca de 250 detentos. Nos últimos 30 dias, aproximadamente 50 presos foram transferidos para outras unidades do Estado. As transferências são realizadas com o intuito de melhorar a administração e a segurança dentro da unidade, todas sendo devidamente autorizadas pela Justiça.

Foto: Arquivo/Divulgação

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As reformas têm previsão de serem concluídas até o próximo mês, enquanto a construção da nova unidade segue um cronograma de dois anos. Durante as obras, apenas os trabalhadores da empresa contratada para a construção da nova unidade estão sendo empregados nas atividades. No entanto, alguns detentos participam das reformas e da manutenção das instalações da unidade atual, assim como ocorre em outras unidades prisionais do Estado.

Em 2024, mais de 700 presos foram encaminhados para seus estados de origem, como parte do projeto "De Volta Pra Casa", que visa devolver detentos que cometeram crimes em outros estados ao seu local de origem, aliviando a superlotação das unidades prisionais do estado. De acordo com a SAP (Secretaria de Estado da Administração Prisional e Socioeducativa), o objetivo da operação é desafogar o sistema carcerário catarinense e reduzir os custos com a manutenção de detentos que não têm vínculos com o estado, contribuindo para a racionalização de recursos e a melhoria do sistema de justiça criminal no estado.

 


 

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