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Professores de São João Batista estão sendo ameaçados, diz sindicato

Profissionais tiveram os vencimentos expostos; ato foi classificado como “ameaça” e “intimidação"
Por: Luan Lucas - 28/03/2022 11:56min
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O clima entre os  professores de São João Batista e a gestão municipal está cada vez mais tenso. Uma nota de repúdio foi emitida pelo Sindieducar, representante da classe, nesta segunda-feira, 28 de março, por conta dos “ataques” recebidos nos últimos dias.

 

Foto: Arquivo/Divulgação

 

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Segundo o sindicato, professores  estão sendo ameaçados e coagidos em entrevistas e lives nas redes sociais. Na última semana, um vídeo montagem circulou na cidade, onde dados da folha de pagamento de uma das profissionais é exposto.

 

 

Ainda de acordo com o documento,  o vídeo contava com “ameaças” de que mais servidores teriam seus vencimentos expostos. A atitude foi considerada como forma de “intimidar profissionais da educação”, que demonstram “insatisfação com a política remuneratória do governo municipal”. Veja a nota abaixo:

 

“O SINDIEDUCAR vem a público manifestar sua indignação em relação aos ataques contra os professores da rede municipal de ensino de São João Batista iniciados já em 2021, onde professores são ameaçados e coagidos em entrevistas e lives em redes sociais.

Em recente ataque, ocorrido na semana passada, circulou por meio de aplicativo de mensagens instantâneas um vídeo montagem com dados da folha de pagamento de uma professora, com o registro em foto de sua participação na sessão da Câmara Municipal de Vereadores no dia 21/03, contendo “ameaças” de que mais profissionais teriam seus vencimentos expostos, no intuito de intimidar profissionais da educação que livremente estão manifestando sua insatisfação com a política remuneratória do governo municipal.

Sobre este ocorrido, aliado a total e injustificada omissão do Poder Público em tratar o momento com a importância devida assunto de tamanha importância, nos resta lamentar, seja pela pobreza de gestão, seja pela desmerecida exposição dos professores, seja pela falta de verdade no trato do tema, seja, ainda, pela humilhação que a classe vem passando desde 1° de janeiro de 2022, por apenas buscar a implementação de um direito da classe.

Por fim, repudiando os ataques pessoais, as insinuações e as falsas comparações, afirmamos, sem “individualizar”, que buscaremos de todas as formas garantir os direitos previstos em lei, sempre que estes estiverem em vias de serem tolhidos, agindo com firmeza, de forma a garanti-los, inclusive o direito de mobilização e da livre manifestação do pensamento”.

SindiEducar, nota de repúdio

 

 

 Uma paralisação da classe pode ocorrer a qualquer momento dos próximos dias. Na última semana, o projeto de lei que visava implementar um complemento no lugar do reajuste do piso nacional do magistério foi rejeitado por todos os vereadores.

 

 

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