A Polícia Civil de Santa Catarina, através da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos da DEIC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais), deflagrou nesta quinta-feiram 15 de maio, a Operação "Rota do Cone Sul". O objetivo é desarticular uma organização criminosa especializada no furto, adulteração e envio de caminhonetes Toyota Hilux para países do Cone Sul, como Argentina, Chile e Paraguai.
A operação está cumprindo simultaneamente 11 mandados de prisão preventiva e 26 mandados de busca e apreensão em quatro estados brasileiros: Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Bahia. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 6 milhões das contas bancárias dos investigados.
Foto: Arquivo
As investigações revelaram que a quadrilha possuía uma estrutura altamente organizada, com atuação em diversos estados do país. O grupo é considerado um dos principais do Brasil no furto e adulteração de veículos, com operações identificadas também em São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul. A organização mantinha conexões com receptadores e outras facções criminosas nos países do Cone Sul.
A investigação teve início a partir da troca de informações entre as forças de segurança de Santa Catarina, com destaque para a atuação conjunta da Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar (PM) e das Guardas Municipais de Balneário Camboriú e Itapema. Essa integração foi crucial para identificar a estrutura criminosa e planejar a operação.
A ação contou com o apoio essencial das Polícias Civis de Minas Gerais, Paraná e Bahia, além da colaboração do Centro Integrado de Segurança Pública e Proteção Ambiental (CISPPA) do Ministério da Justiça. Em Santa Catarina, delegacias de Balneário Camboriú, Canoinhas e a Delegacia de Lavagem de Dinheiro da DEIC também auxiliaram no cumprimento das ordens judiciais.
A Polícia Civil de Santa Catarina agradeceu o promotor de Justiça Rodrigo Cesar Barbosa, da Comarca de Itapema, e o juiz Lenoar Bendini, da Vara Regional de Garantias de Balneário Camboriú, pela agilidade na análise e deferimento das medidas cautelares.
Além dos crimes de furto, receptação, adulteração de veículos e organização criminosa, os investigados responderão por lavagem de dinheiro, devido à movimentação de valores ilícitos através de transações bancárias, incluindo indícios de remessas internacionais.
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