A reforma tributária do consumo já começou a produzir mudanças na rotina das empresas brasileiras. Em 2026, o IBS e a CBS estão em fase de teste, e documentos fiscais eletrônicos precisam trazer informações relacionadas aos novos tributos, conforme os leiautes e regras definidos pela Receita Federal.
Para os empresários, a recomendação é não deixar a adaptação para a última hora. Entre as principais medidas estão atualizar sistemas de emissão de notas fiscais e softwares de gestão, revisar cadastros fiscais, analisar os impactos da nova tributação sobre preços e margens e preparar as equipes responsáveis pelas áreas financeira, fiscal e contábil. A escolha do modelo mais adequado dentro do Simples Nacional também deve ser analisada estrategicamente, considerando clientes, fornecedores e perfil do negócio.
Outro ponto de atenção está no cronograma da transição. A partir de 2027, a CBS passa a substituir PIS e Cofins, enquanto o IBS entra progressivamente no sistema. A substituição de ICMS e ISS pelo IBS ocorrerá gradualmente entre 2029 e 2032, com o novo modelo plenamente vigente a partir de 2033. Para evitar problemas, especialistas recomendam que as empresas já façam simulações, ajustem seus sistemas e busquem orientação contábil e tributária.
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