Buscando por?

Notícias

Réu que vendeu imóvel alheio em Bombinhas como se fosse dele é sentenciado por estelionato

Vendedor se apresentou como dono do imóvel no bairro Mariscal e teria recebido dinheiro, carro, outro terreno e cheques em troca
Por: Bernardo Roa - 03/11/2026 17:05min- Bombinhas
Compartilhe nas redes sociais

Um homem foi condenado pela Justiça de Porto Belo por vender, como se fosse dele, um terreno que pertencia a outra pessoa em Bombinhas. A decisão foi tomada no dia 20 de outubro e ainda pode ser contestada.

 

Foto: Poder Judiciário de Santa Catarina/Reprodução

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O negócio foi fechado em abril de 2017, por R$ 90 mil, segundo o Ministério Público (MPSC). O terreno fica no bairro Mariscal. O vendedor contou que tinha recebido o imóvel como pagamento por serviços prestados e garantiu ser o dono de direito.

Confiando nele, um casal pagou com dinheiro, um carro, outro terreno e cheques. Mas, quando foram acertar a papelada do imóvel, descobriram que ele pertencia a outra pessoa.

 

O QUE O CASAL CONSEGUIU RECUPERAR

Depois de descobrir o problema, o casal recuperou o carro e parte dos cheques. Também conseguiu evitar que o outro terreno, dado como pagamento, fosse transferido. Mesmo assim, ficou com um prejuízo de R$ 8,5 mil que nunca foi devolvido.

 

DECISÃO DA JUSTIÇA

Para o juiz responsável pelo caso, o homem não conseguiu provar que tinha direito de vender o terreno. A Justiça entendeu que o golpe aconteceu desde o início da negociação, já que o casal só entregou o pagamento porque acreditou que a venda era legal. Devolver parte do que foi pago depois de a situação ser descoberta não livra o réu da condenação, segundo a decisão.

 

SEGUNDA ACUSADA FOI INOCENTADA

O homem foi condenado a um ano de reclusão, mas não vai para a prisão. A pena será cumprida em regime aberto e foi trocada por prestação de serviços gratuitos à comunidade. Ele também terá de pagar uma multa e poderá recorrer em liberdade.

Uma mulher também foi acusada de participar da negociação, mas acabou absolvida por falta de provas. A Justiça entendeu que não ficou comprovado que ela sabia do golpe nem que ajudou de propósito a conseguir a vantagem ilegal.

Top

Preencha todos os campos obrigatórios.

No momento não conseguimos enviar seu e-mail, você pode mandar mensagem diretamente para comercial@vipsocial.com.br.

Preencha todos os campos obrigatórios.

Contato enviado com sucesso, em breve retornamos.

Você será redirecionado em alguns segundos!

Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Li e aceito os termos.