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Sem turista, o comércio se reinventa: como Balneário Camboriú enfrenta a baixa temporada

Com queda no fluxo de turistas, comerciantes apostam em preços menores, inovação no produto e atendimento humanizado para fidelizar clientela
Por: Bernardo Roa - 16/04/2026 17:16min- Balneário Camboriú
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O que muda em Balneário Camboriú quando os turistas vão embora é mais do que só o movimento nas ruas, é toda a lógistica do comércio local. Com o fim da alta temporada e o retorno dos visitantes às suas rotinas de trabalho, lojistas e vendedores ambulantes precisam encontrar novos caminhos para manter as vendas e garantir a sustentabilidade dos seus negócios nos meses de menor fluxo.

 

 

A paisagem da cidade permanece a mesma, mas a circulação de pessoas cai de forma expressiva. O impacto dessa diminuição drástica de demanda é sentido especialmente pelos estabelecimentos que dependem do turismo sazonal e que, nesse período, passam a mirar um público completamente diferente: os moradores fixos e os hóspedes que ainda permanecem nos hotéis da região.
 

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Foto: Acervo VipSocial

 

Inovação como resposta ao esvaziamento

Diante da queda no consumo, a reinvenção do produto se torna uma das principais estratégias adotadas pelo comércio local. Um exemplo são as barracas de churros, que mesmo restritas a comercializar apenas esse item, apostam na diversificação de recheios e sabores para atrair e surpreender os clientes. A limitação do cardápio, nesse caso, não impede a criatividade: pelo contrário, torna-a ainda mais necessária.

 

Foto: Reprodução

 

Preço acessível e negociação para não perder o cliente

Além da inovação no produto, os comerciantes adotam políticas de preços mais acessíveis e se mostram dispostos a negociar. Em um cenário de menor poder de compra circulando, perder um cliente por inflexibilidade no valor pode significar uma queda sensível no faturamento. A adaptação ao bolso do consumidor local aparece, portanto, como medida estratégica e não apenas como concessão.

 

Foto: Reprodução

 

Atendimento humanizado como diferencial

Se o volume de clientes diminui, a qualidade do atendimento precisa aumentar. Esse é um argumento defendido pelos próprios vendedores da região, que apontam o tratamento com respeito, dignidade e caráter como um diferencial competitivo na baixa temporada. A lógica é simples: quando o movimento é menor, cada cliente importa mais e a forma como ele é recebido define se voltará ou não.

 

Foto: Reprodução

 

O objetivo, nesse contexto, vai além da venda pontual. A meta é construir uma relação de fidelidade, garantindo que o cliente retorne e se mantenha ligado ao comércio mesmo nos períodos de maior concorrência, como o verão.

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