Com saldo líquido de 1.281 empregos formais ao longo do último ano, Tijucas conquistou a 10ª colocação no ranking nacional de geração de empregos por habitante, entre municípios com população de 50 mil a 100 mil habitantes.
Foto: Terraza Urbanismo/Ilustrativa
O levantamento é baseado nos dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, e utiliza como referência populacional os números do Censo do IBGE.
Durante 2025, Tijucas registrou 15.868 admissões e 14.587 desligamentos, o que gerou um saldo positivo de 1.281 empregos formais. O salário médio de admissão ficou em R$ 2.418.
Fotos: VipSocial
Com 58.695 habitantes segundo o Censo, esse saldo equivale a 2.182 empregos criados para cada 100 mil moradores, indicador que colocou a cidade entre as dez melhores do país na sua faixa populacional.
Para que a comparação entre municípios de tamanhos diferentes seja justa, o levantamento usa o número de empregos gerados por 100 mil habitantes, e não o total absoluto de vagas. Uma cidade maior pode registrar mais contratações simplesmente por ter mais empresas e mais gente, o que distorceria qualquer comparação direta.
Ao calcular o indicador por habitante, é possível medir o impacto real da geração de empregos em cada território. Além disso, o ranking reúne apenas cidades da mesma faixa de porte, evitando que municípios pequenos ou grandes demais disputem espaço com realidades econômicas muito distintas.
Entre as cidades com 50 mil a 100 mil habitantes, o topo do ranking em 2025 ficou com Matão (SP), com 5.130 empregos por 100 mil habitantes. Logo atrás aparecem Horizonte (CE), com 3.534; Cajamar (SP), com 3.027; e Extrema (MG), com 2.951. Tijucas, com 2.182, fechou a lista das dez melhores posições do país nessa faixa.
O saldo positivo ao longo do ano indica que as contratações em Tijucas cresceram em ritmo maior do que os desligamentos. Esse tipo de desempenho costuma estar relacionado à chegada ou expansão de empresas na região. A presença da cidade nesse grupo seleto serve como um reflexo do desempenho do mercado de trabalho formal catarinense e mostra que polos de geração de emprego podem surgir e crescer fora dos grandes centros.
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