Criminosos têm tentado aplicar diferentes golpes nas cidades catarinenses e no país todo, utilizando abordagens que simulam contatos oficiais e se passando por profissionais para enganar as vítimas. Casos parecidos estão sendo comentados nacionalmente, mas especificamente em São João Batista, o golpe só veio à tona a partir de um relato feito por uma mulher, que não quis se identificar, à Rádio Clube, nesta quarta-feira, 4 de fevereiro. Ela procurou a emissora para relatar a situação e alertar a comunidade local.
Foto: Divulgação/ Rádio Clube 88.5 FM
De acordo com o relato, o modus operandi dos criminosos consiste em se passar por advogados, juízes e gerentes de banco, solicitando dados pessoais e mencionando a existência de supostos processos judiciais ou problemas de natureza bancária. Nas tentativas de golpe, os suspeitos informam que o atendimento só pode ser realizado por ligação telefônica, sendo necessário que a vítima esteja disponível para atender.
A mulher afirmou que desconfiou da situação, inclusive pelo fato de o suposto juiz ser de outro estado. Quando um dos criminosos tentou entrar em contato, ela disse que não atendeu à ligação justamente por considerar suspeitas as ações e os pedidos do golpista.
Além disso, também houve tentativas de golpe voltadas a microempreendedores individuais (MEIs). Nesses casos, os criminosos entram em contato informando que o CNPJ será suspenso e enviam links para que a pessoa acesse e faça uma suposta regularização, com o objetivo de obter dados pessoais.
Em janeiro deste ano, golpes semelhantes já tinham sido denunciados e que, segundo Andreza Amorim, da equipe da Sala do Empreendedor de Itapema, muitos empreendedores têm recebido mensagens informando que o MEI estaria suspenso ou com o CNPJ prestes a ser cancelado por falta de pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).
Imagem Ilustrativa
É importante destacar que os canais oficiais do MEI não realizam contato por WhatsApp ou e-mail para envio de links de cobrança, regularização ou aviso de cancelamento de CNPJ.
O termo “phishing” vem do inglês e se refere ao ato de pescar. Em golpes dessa categoria, os golpistas fingem ser uma organização governamental ou empresa, entram em contato com diversas vítimas e pedem dinheiro, dados pessoais ou enviam links duvidosos.
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Os criminosos utilizam de uma linguagem com muitos verbos no imperativo, na tentativa de conquistar a atenção das possíveis vítimas. “Regularize sua situação agora” ou “evite bloqueios judiciais” são alguns dos exemplos das mensagens que você pode receber dos golpistas. Essa estratégia tem como propósito causar pânico na vítima e fazer com que, no desespero, ela acesse links suspeitos e faça pagamentos para cair no golpe.
Dessa forma, o golpista consegue “fisgar” cidadãos e consumidores que acreditam estar em contato com uma fonte oficial, mas que na verdade estão de frente com uma fraude que tem o objetivo de roubar dados, extorquir financeiramente e até enviar vírus.
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