O proprietário da comunidade terapêutica feminina Despertar, interditada em Porto Belo após ação da Vigilância Sanitária e da Secretaria de Assistência Social, afirmou que a decisão ocorreu após novas exigências estruturais consideradas incompatíveis com a realidade da unidade.
Segundo ele, a clínica funcionava há quatro anos com autorizações dos órgãos competentes e foi surpreendida por determinações como instalação de elevador e adaptações de acessibilidade.
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Comunidade terapêutica contesta ação e afirma exigências incompatíveis após interdição
Operação interdita clínicas terapêuticas em Porto Belo após ação do Ministério Público
Fotos: VipSocial/Divulgação
O responsável também classificou o fechamento como abrupto que cerca de 28 mulheres tiveram seu tratamento interrompido após a interdição sendo liberadas da comunidade. Segundo Ernani da Silva, a direção da comunidade terapêutica agora busca transferir as atividades para o município de Tijucas. No entanto, ele afirma que existe preocupação com possíveis represálias, em razão da forma como ocorreu a interdição da unidade em Porto Belo.
Essa reportagem foi produzida pela equipe do VipSocial e veiculada no Jornal Vip desta terça-feira, dia 03 de fevereiro.
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