O caso envolvendo desvio de verbas públicas do município de Tijucas que resultou em um rombo de quase R$ 1 milhão de reais pode estar perto de um fim.
Vai acontecer nesta quinta-feira, 21 de março, a última audiência com os suspeitos, entre eles, vereadores (alguns ainda com mandados ativos) e servidores públicos da câmara de vereadores.
A "Operação Iceberg", completa oito anos. Os réus serão ouvidos no Fórum da Comarca de Tijucas. A Juiza Monike Silva Povoas, responsável pelo caso, estima que os danos aos cofres públicos podem chegar a R$ 1 milhão. Em 2015 três vereadores chegaream a ser presos, eles eram os presidentes da casa legislativa na época.
Segundo a Juiza Monike Silva Povoas, as sentenças não acarretará na prisão dos suspeitos, mas pode resultar em inelegibilidade de até 14 anos, além da obrigação de ressarcir os cofres públicos o valor integral ou até o dobro pelos danos causados.
Segundo as investigações conduzidas pelo Departamento Estadual de Investigação Criminal (Deic), vereadores e servidores da Câmara Municipal eram supostamente designados para participar de cursos de capacitação legislativa em Curitiba, no Paraná.
Para isso, recebiam diárias que eram custeadas pelos cofres municipais. No entanto, conforme apontaram as investigações, esses cursos eram meramente fictícios, uma fachada para justificar os gastos.
Oitivas de investigado na Operação Iceberg foi marcada por silêncio
Operação Iceberg: réus serão ouvidos em Tijucas e penas podem chegar até 14 anos inelegíveis
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